terça-feira, 27 de setembro de 2011
quinta-feira, 11 de agosto de 2011
quinta-feira, 4 de agosto de 2011
domingo, 24 de julho de 2011
Moda
Agora vamos falar um pouco sobre as tendências da primavera. Saias plissadas, compridas ou curtas, estampadas ou lisas, vão são o hit dessa primavera, as calças flair (pantalona), que alguns anos atrás foram consideradas bregas, voltaram com tudo, depois de serem vistas em várias desfiles do NYFW. Você pode combinar essas calças com regatinhas de verão.
As jaquetas de couro e aviador são o hit da primavera e aprendam a combiná-las com todo o tipo de complemento, desde jeans até as saias compridas. O crochê também irá fazer sucesso nessa primavera; escolha peças quentes, mas curtas, pois a primavera não é tão gelada Tire as pashminas do armário, pois você pode combinar essa peça com qualquer um dos looks que nos já mostramos.
Os corredores do SPFW estavam com epidemia do sapato Oxford, que também vem com tudo para quem prefere usar sapato sem salto. Tem dele de todos os jeitos, de uma cor só, até estampados. Sabe aquele sapato de bico fino que você tinha no armário e não sabia o que fazer?! Então ele voltou com tudo, não tenha medo de usá-lo. Mas, se você prefere os coturnos de cano baixo e médio, também são febre na passarela.
Esportes
A Copa do Brasil está emocionante; o vencedor garante vaga na Libertadores. Na primeira chave, o Coritiba se garantiu a final após passar pelo Palmeiras e depois pelo Ceará. Na outra chave, o finalista é o Vasco, que passou pelo Atlético-PR e pelo Avaí.
Já os campeonatos estaduais, estão todos finalizados. No paulista, deu Santos. Em Minas, deu Cruzeiro. Na Bahia, deu Bahia de Feira, que foi campeão pela primeira vez. Já no Rio Grande Do Sul, o Internacional se tornou campeão após vencer seu maior rival nos pênaltis, justamente no estádio do Grêmio, o Olímpico. No carioca, o Flamengo se sagrou campeão, após vencer os dois turnos e no Paraná, o Coritiba, com uma campanha sensacional conquistou o bi-campeonato.
Pelo tênis, está rolando o Roland Garros, disputado em Paris. Djokovic, que vive uma fase sensacional, busca seu terceiro Grand Slam da carreira. O sérvio está invicto no ano; todas as partidas disputadas foram vencidas.
Gustavo Dias, José Neto, Lucas Fraife e Maria Catharina.
quinta-feira, 21 de julho de 2011
terça-feira, 19 de julho de 2011
Uso da abreviação na “net”
iPad 2

Nosso tema neste mês é Ciência e Tecnologia, por isso vamos falar sobre o iPad 2, que é a nova tentação do momento.
Ele foi lançado recentemente no Brasil e nos EUA e já está muito famoso. É 33% mais fino e 15% mais leve e mais rápido do que o primeiro iPad. Conta com facetime, smart covers e 10 horas de duração de bateria. É muito superior em comparação ao seu antecessor, tem um design novo e seu gráfico é duas vezes mais rápido que o primeiro, além de oferecer duas câmeras com gravação em HD.
Ele tem uma tela de 9,7 polegadas e promete ser a nova moda tecnológica dos últimos tempos. Se continuar assim, provavelmente as pessoas vão trocar o laptop por ele ou por algum outro tablet, que já disputam mercado com os computadores convencionais, criando assim uma nova era tecnológica.
Veja agora o comparativo entre as duas versões do iPad:
sábado, 11 de junho de 2011
Corporação de Ofício
Bommmmmmm diaaaaaaa, galera!!!
É nós aqui de novo, mostrando a vocês um livro que está sendo produzido por Lucas Leal (8°ano J). O moleque tem 12 anos e já vem criando tramas interessantes sobre a Corporação de Ofício. Mas pera aí... Que diabos é “Corporação de Ofício”? Se você não souber, pergunta a Jailon ou vai ao Google. =D Brincadeira...
As Corporações de Ofício foram associações criadas por mestres artesãos de um determinado ofício, trabalho, no séc. XIV d.C. O principal motivo para criá-las era acabar com a concorrência e defender os interesses dos artesãos. Elas controlavam todos os produtos produzidos por seus membros: estipulava os preços, a qualidade do produto e até os salários dos aprendizes artesão. Será que existia apenas uma Corporação dentro das cidades??? Of course que NOT! (Se não sabe o que é “Of course que NOT!”, para de ler o post, e vai ao Google Tradutor e copia “Of Course Not”.)
Existia uma corporação para cada ofício. Pra se ter uma noçãozinha, existiu uma liga chamada Liga Hanseática, que foi da Rússia até a França. Todo mundo tinha que pagar tributos a essa Liga se quisesse comprar nessa região.
E como se dividiam os cargos nas corporações? Simples. Existiam as seguintes categorias numa corporação:
Mestres: eram os donos de oficina, com muita experiência no seu ofício.
Oficiais: tinham uma boa experiência no assunto e recebiam salário pela função exercida.
Aprendizes: eram jovens em começo de carreira que estavam na oficina para aprender o trabalho. Não recebiam salário, mas ganhavam, muitas vezes, uma espécie de ajuda dos seus mestres.
Muito bem... agora você sabe o que é uma Corporação de Ofício (eu acho). Então confira agora o resumo do livro:
“Barton, filho de Cassius de Nathanville, é mandado por seu pai para o velho amigo dele, chamado Galdur. Galdur era um mestre- artesão conhecido por suas habilidades na carpintaria e era um homem excêntrico. Após uma discussão malograda (Você sabe o que é malograda? Nem eu, procure no Google) com a Corporação de Ofício de Champanhe, a cidade onde eles estavam, Galdur vira um fora da lei, foge de Champanhe e se refugia em Bruges junto com Barton. Bruges é um burgo que os acolhe por conta de sua fama. Após Champanhe descobrir onde Galdur estava, ela pede que Bruges o devolva ou declarará guerra. Mas, com a economia de Bruges aumentando, a carpintaria sendo uma técnica cada vez mais importante e a madeira se valorizando graças a Galdur, uma guerra se aproxima...”- Lucas Leal
Malograda: sem resultados; frustrada; que não teve o fim desejado. (Tá nos devendo uma.)
‘-‘
Bom, galera, agora nossa opinião, né?
A gente acha que o livro de Lucas está muito bom, mesmo porque ele é apenas uma criança de 12 anos e já está escrevendo com esse tipo de linguajar. Mas nós não podemos desenvolver muito nossa opinião, porque ele não terminou o livro ainda (nem título o livro tem, pra vocês verem como tá a situação).
Mas lembrem-se: a história em si é fictícia. Claro que as Corporações de Ofício existiram, mas não da forma que ele retrata no livro. A linguagem, com certeza, será formal e o mais interessante é que o autor tem 12 anos e faz questão de mostrar como a linguagem é formal.
Não pense que guerra é aquilo que tem o heroizinho que sai matando todo mundo nos filmes. A guerra era retratada como uma punição, peste, cólera de Deus. Guerreava-se para conquistar e não por diversão -.-‘. (Se você pensa que se faziam guerras por diversão, você com certeza assiste a Power Rangers ou a Dragon Ball Z, sei lá, em que o carinha sai matando todo mundo que ele vê pela frente.).
VLW, GALERA, ATÉ A PRÓXIMAAA!
Fernando Leal, João Vitor, Matheus Velanes e Túlio Simões















