Mostrando postagens com marcador filme. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador filme. Mostrar todas as postagens

sexta-feira, 10 de junho de 2011

Rio

Colé, galera! Vocês já viram o filme “Rio”. O criador de “Era do Gelo”, Carlos Saldanha, criou, dessa vez, uma trama com uma ave de uma espécie dada como quase extinta: uma arara azul macho, chamada Blu.

Blu vive em uma pequena cidade do estado de Minnesota, nos Estados Unidos, com sua dona, uma moça chamada Linda. Um dia, um ornitólogo diz a ela que Blu é o último macho da espécie e que, por isso, deseja acasalá-lo com a última fêmea da sua espécie, que está no Rio de Janeiro.

Linda aceita levar seu amado animal de estimação para o Rio de Janeiro. Ao chegar no Brasil, Blu enfrenta diversas dificuldades, desde traficantes de aves raras até a adaptação à vida livre.

Na Cidade Maravilhosa, Blu conhece Jade, a outra arara-azul, porém o estilo de vida dela é totalmente diferente do dele. Com um espírito livre, ela deseja escapar do cativeiro e conhecer a cidade, enquanto ele, domesticado, nem sequer sabia voar.

Capturados por um grupo de vendedores de aves raras, Blu, Jade e outros animais, que eles conhecem com o decorrer do enredo, se envolvem numa aventura eletrizante, que não deixa nenhum espectador desgrudar os olhos da tela do cinema.

O filme mostra e valoriza as belas paisagens e belezas naturais do Rio de Janeiro, além de misturar ritmos da música carioca com o pop norte-americano. É bem humorado e critica o contrabando e o comércio ilegal de aves. Para nós, o filme foi muito bem feito, agradando pais e filhos.

Entretanto, achamos que “Rio” repete muitos estereótipos sobre o Brasil: mulheres de biquínis pequenos, que querem apenas “se mostrar”; macacos ladrões que roubam os turistas; traficantes de animais selvagens; festas de carnaval em todos os cantos da cidade.

A língua usada é o inglês. Nós achamos que, por se tratar de uma produção também brasileira e por parte do filme se passar no Brasil, que a história deveria ter sido feita em português e não em inglês, ou seja, assim os criadores da história de Blu poderiam valorizar mais o seu próprio país!

Rio – 2011

Brasil, Canadá, EUA – 96 min

Direção: Carlos Saldanha

Roteiro: Don Rhymer, Joshua Sternin, Jeffrey Ventimilia, Sam Harper

Dublagem Original: Anne Hathaway, Jesse Eisenberg, Leslie Mann, Jamie Foxx, Jake T. Austin, Rodrigo Santoro, Jemaine Clement, George Lopez, Tracy Morgan, Will i Am, Wanda Sykes, Brian Baumgartner, Carlos Ponce, Bernardo de Paula


CONFIRA O TRAILER :


Matheus Velanes, Fernando Leal, João Vitor e Túlio Simões

sexta-feira, 3 de junho de 2011

O Discurso do Rei

Para abrir a parte de cultura, faremos uma análise do filme “O Discurso do Rei”.

Sim, isso mesmo, aquele filme que ganhou o Oscar de melhor filme de 2010 e que também ganhou outras três indicações: roteiro original, melhor ator e melhor diretor. Quatro Oscars em uma premiação só!

A história do filme trata basicamente de um rei que precisa combater a gagueira, problema que o acompanha desde a infância. Ele procurou vários médicos por toda a parte e sua última tentativa foi com o Sr. Lionel, um médico conhecido por suas maneiras excêntricas de curar os pacientes.

No final do filme, com todo o processo de gagueira sendo curado, o rei precisa fazer um discurso sobre a segunda guerra mundial, pois Hitler estava em ascensão. Isso foi um problema, porque, se o rei gaguejasse, todos ficariam inseguros, mas, no final, ele consegue não gaguejar.

Esse filme nos deixa algo a refletir. Ele mostra para nós o problema da falta de um talento que é muito importante atualmente: a oratória. Afinal, se o rei transmitisse uma voz firme, todos do seu povo também ficariam com uma confiança firme. Porque, se Hitler tinha uma ótima oratória, esse também poderia ter sido um dos motivos que fez com que as pessoas confiassem nele, mesmo que as principais potências do mundo na época, tirando o Japão – EUA, China, Império Britânico, França e União Soviética – estivessem contra a Alemanha.

E dá pra entender o medo do rei de gaguejar: se isso acontecesse, os seus súditos ficariam um tanto aflitos sobre a guerra e a moral baixaria.

Outra coisa que ajudou no prestígio do filme foram os atores de qualidade. Collin Firth, o rei George, foi indicado como melhor ator no Oscar de 2010 pelo filme Direito de Amar, e nesse ano ele foi o vencedor. Geoffrey Rush, o Sr. Lionel, recebeu dois prêmios de melhor ator principal, pelos filmes Shine e Quills, filmes que foram lançados em 1996 e 2000, respectivamente. Ele também recebeu o prêmio de melhor vilão da MTV Movie Awards por Piratas do Caribe. E Helena Bonham Carter, a rainha Elizabeth, fez a Rainha Vermelha em Alice no País das Maravilhas e Bellatrix Lestrange nos filmes de Harry Potter.

Texto: Lucas Leal

Ilustração: Matheus Hortélio

Revisão: Maria Clara Siqueira

terça-feira, 24 de maio de 2011

O Padre

Com tantos lançamentos de filmes, foi difícil decidir sobre qual escrever. Depois de pensar um pouco, resolvemos falar do filme O Padre, que retrata a história de um padre que caça vampiros na forma humana ou não humana, semelhantes ao lobisomem de Harry Potter 3* (Prisioneiro de Azkaban). No enredo, o padre caça tais vampiros, mas enfrenta algumas dificuldades com a inquisição, para quem trabalha. Seu objetivo é conseguir matar todos os vampiros e sua rainha, que tem a forma humana e um ego terrível.

Veja abaixo o trailer do filme. A classificação do filme é 14 anos e no elenco está Paul Bettany, Cam Gigandet e Maggie Q.

Felipe e Yannic.