Por: Gael Alexandria, Lara Polkowski e Cecília Aragão
Imagem gerada por IA
Olá, excelentíssimos leitores!
Já repararam como os padrões de beleza hoje em dia mudam em um estalar de dedos 🫰? Nem faz muito tempo que a moda era uma maquiagem💄 super carregada, e, de repente, as redes sociais📱 nos inunda com a "estética clean", o visual "limpo" e a "skinificação" — aquela tendência de tratar a pele do corpo e o cabelo com o mesmo rigor que cuidamos do rosto💋.
Essa velocidade de mudança de modas não é por acaso, ela é estimulada pelo consumo digital. Apps como o Instagram e o TikTok vivem de engajamento rápido, o que acaba gerando em nós um ciclo de insatisfação constante. E, claro, é justamente essa insatisfação que mantém o mercado da beleza sempre aquecido esperando por algum produto e tendência nova.
No fundo, essa montanha-russa estética é acelerada por 4 grandes motores 🎢:
A velocidade dos algoritmos🏃: As redes sociais funcionam como um megafone para o que retém nossa atenção. Se um visual começa a dar likes e visualizações, ele é replicado muitas vezes até ficarmos exaustos dele, e pularmos para uma nova tendência. Uma tendência que antes durava anos, hoje termina em poucos dias.
A explosão dos procedimentos rápidos🤯: A medicina estética avançou tanto que hoje mudar um traço do rosto parece tão simples quanto trocar de roupa. A pressa por procedimentos temporários faz com que as pessoas tentem moldar seus corpos para se encaixarem na trend do momento.
O espelho nas celebridades🪞: Figuras como Kim Kardashian ou Anitta continuam tendo um poder gigantesco de criar regras. Quando elas mudam o visual, milhões de pessoas correm atrás para reproduzir aquela mesma imagem o quanto antes 🤩.
O jogo do mercado🎰: Por fim, a indústria precisa faturar. Para o setor de cosméticos e estética continuar vendendo, ele não pode deixar o público acomodado. É preciso criar novas "necessidades" e produtos revolucionários o tempo todo.
Esse “jogo” digital opera transformando nossos corpos em produtos com data de validade ⏳, cada vez mais curta. O perigo real não está na vaidade em si, mas sim em como o algoritmo moldou a nossa identidade, fazendo com que características reais sejam tratadas como roupas descartáveis. A ironia da "estética clean" é precisar de rios de dinheiro e procedimentos para imitar a beleza natural que, na verdade, é mais que artificial.
A real é que os famosos e as grandes marcas faturam uma grana💸 inventando coisas na nossa cabeça só para a gente se achar feio. No final das contas, essa obsessão sem fim com o corpo não é culpa nossa, mas sim da estratégia de um mercado que quebraria se a gente simplesmente olhasse no espelho e dissesse “eu sou uma diva🤩”.
Mas e você? O que você acha do jogo?
Bom jogo, e que a sorte esteja sempre ao seu favor!
Um beijo 💋, um queijo 🧀, e um caranguejo 🦀, até o próximo blog!!!!!!!!!!!!!!!!!!
Redatores: Gael Alexandria e Lara Polkowski
Pesquisadores: Cecília Aragão e Lara Polkowski
Revisores: Cecília Aragão e Gael Alexandria
Ilustradores: Cecília Aragão, Lara Polkowski e Gael Alexandria
Referências:
ADMIN, Da capa de revista às telas de celular: de que forma as mídias sociais impactam a relação das mulheres com a sua aparência?, PUCRS, disponível em: <https://portal.pucrs.br/noticias/ensino/pressao-estetica-redes-sociais/>. acesso em: 10 jun. 2026.
PATRÍCIA, Bruna et al, MÍDIAS SOCIAIS E PADRÕES DE BELEZA: IMPACTO NA AUTOESTIMA E NA BUSCA POR PROCEDIMENTOS ESTÉTICOS, Revista Foco, v. 18, n. 11, p. e10360–e10360, 2025. acesso em: 10 jun. 2026.
REDACAO, Padrões de beleza nas redes sociais: como lidar, Unimed, disponível em: <https://viverbem.unimed.coop.br/familia-em-foco/infancia-e-adolescencia/padroes-de-beleza-nas-redes-sociais-como-lidar/>. acesso em: 10 jun. 2026.
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