terça-feira, 25 de outubro de 2016

Escola sem partido

Atualmente, no Brasil, uma grande questão está em discussão e sendo abordada nas escolas: o projeto de Escola Sem Partido. Este tema é bastante controverso por possuir pontos positivos e negativos em sua concepção, que poderiam afetar a formação de uma geração de jovens brasileiros e intervir na forma com que o ensino é construído hoje. Tudo está sendo discutido através de uma decisão a ser tomada pelo governo que iria interferir na vida de milhões de jovens e professores brasileiros, alterando completamente o ensino no país. Mas o que seria esse projeto e quais seus objetivos?

Antes de tudo, é melhor esclarecer o que seria uma escola sem partido e suas diferenças: uma escola sem partido seria o tipo de escola em que os professores não têm a liberdade de ensinar o conteúdo marcando as suas opiniões político-ideológicas sobre os assuntos abordados em sala de aula.  Hoje os professores podem se posicionar em relação a diversos temas com o objetivo de contribuir com a formação política do aluno, mas, com esse projeto, não poderiam dizer o que pensam ou mostrar suas opiniões. Além disso, os professores teriam o dever de seguir seis novas regras, segundo o site www.programaescolasempartido.org:

DEVERES DO PROFESSOR
(escola sem partido)

  1. “O professor não se aproveitará da audiência cativa dos alunos para promover seus interesses, opiniões, concepções ou preferências ideológicas, religiosas, morais, políticas e partidárias. ”
  2. “O professor não favorecerá nem prejudicará os alunos em razão de suas convicções políticas, ideológicas, morais ou religiosas, ou da falta delas. ”
  3. “O professor não fará propaganda político-partidária em sala de aula nem incitará seus alunos a participar de manifestações, atos políticos, atos públicos e passeatas.”
  4. “Ao tratar de questões políticas, socioculturais e econômicas, o professor apresentará aos alunos, de forma justa – isto é, com a mesma profundidade e seriedade -, as principais versões, teorias, opiniões e perspectivas concorrentes a respeito”.
  5. “O professor respeitará o direito dos pais a que seus filhos recebam a educação moral que esteja de acordo com suas próprias convicções.”
  6. “O professor não permitirá que os direitos assegurados nos itens anteriores sejam violados pela ação de terceiros, dentro da sala de aula.” 

Todavia, aos jovens em escolas “padrão” são, muitas vezes, ensinados o que pensar, e não como pensar, e acabam tendo suas ideologias baseadas em uma única opinião, a do professor. Ou seja, são vários os casos em que as influências externas acabam interferindo nos pensamentos dos alunos. Com atitudes como esta, pode ser construída uma sociedade com pensamento unitário, que acaba privilegiando apenas uma parcela da sociedade - seja de esquerda ou de direta, capitalista ou socialista.

O lado negativo da Escola Sem Partido é que os alunos, consequentemente, não teriam muita liberdade na hora de argumentar sua opinião, sem a possibilidade de opinar com suas crenças políticas e ideológicas para discutir ou debater algo em sala de aula, pois isso teria que ser regulado pelo professor, que em nada poderia interferir. Sem falar de que os alunos poderiam estar sem argumentos válidos ou, se tivessem, poderiam ser muito superficiais. Ao fazer críticas em sala de aula para abrir caminhos diferentes de pensamentos ou da forma de ver nossa sociedade hoje em dia, o professor seria impedido, e o aluno estaria sem base para tentar argumentar algo ou formar sua opinião.

Neste contexto, o dever dos professores seria transferir conhecimento, ampliar a visão do aluno e ajudá-lo para que, no futuro, seja um bom cidadão. Como fazer isso sem mostrar ideias diferentes, pensamentos diferentes, posicionamentos diferentes, como lutar por uma educação de qualidade sem deixar que o aluno perceba diferentes visões ou críticas em relação ao mundo em que vive? Se o professor quiser falar contra algum tipo de preconceito, ou incentivar os alunos a fazerem manifestações para defenderem seus direitos, por exemplo, não iria poder ou teria vários limites, pois influenciaria na forma de pensar dos estudantes. Como se pode melhorar o mundo sem saber o que realmente precisa mudar?

O movimento causa uma grande polêmica, por causa das questões citadas anteriormente. Os pontos “negativos” e “positivos” geram discussões e debates, com temas como os seguintes: até que ponto existem ou deveriam existir os direitos e deveres dos professores; como os pais podem ou devem interferir na educação do filho; projetos de leis em relação a educação brasileira etc.

Quem apoia o movimento defende que a liberdade de expressão do professor em sala de aula não deve existir para não lhe dar a liberdade também de obrigar seus alunos a ouvi-lo falar, opinar e impor seu posicionamento na sala de aula, seja político, ideológico ou partidário. Enquanto isso, críticos ao projeto debatem se realmente é possível ensinar com neutralidade, pois dizem que o movimento tenta controlar o que se deve ou não ser dito em sala de aula. Quem é contra defende que o professor deveria mostrar sua visão, desde que não esteja impondo sua opinião aos alunos, e que o movimento confunde as pessoas nessa questão, quando, na verdade, estão tentando reduzir o papel do educador, achando que os alunos não têm autonomia e capacidade intelectual para avaliar os posicionamentos das pessoas a seu redor.

E então? Já possui uma opinião formada, caro leitor, em relação ao tema? Foram apresentadas várias informações sobre o assunto, que possibilitam alguém a se posicionar; afinal, ter sua opinião é muito importante, principalmente sobre um tema que está sendo tão debatido e discutido por educadores, profissionais, estudantes e representantes políticos como este. Se quiser, leia reportagens e procure por páginas em redes sociais, blogs ou sites que discutem o tema (mas procure analisá-los com cuidado, para não deixar ser levado fácil pela opinião dos autores), para, assim, ter um aprofundamento maior. É importante lembrar que esse texto foi construído por estudantes depois de tantas pesquisas e estudos, cada um com sua opinião. E agora, está decidido? Você é contra ou a favor do projeto Escola sem Partido? Aqui estão duas charges de posições diferentes em relação ao projeto e suas críticas:

http://educacao.uol.com.br/bancoderedacoes/propostas/escola-no-brasil-com-partido-ou-sem-partido.htm

Na imagem acima, podemos perceber uma representação crítica de uma sala de aula em uma escola sem partido, onde a venda na boca do professor e as caixas sobre as cabeças dos alunos mostram como nesse sistema é limitado o poder dos professores de expressar seus posicionamentos e opiniões, deixando também os alunos sem base para pensar ou ter sua própria opinião formada. Eles usam caixas para não ouvirem a opinião do professor, mas o aluno que tira a caixa de sua cabeça apresenta dificuldade para pensar ou raciocinar (representada pelo balão de pensamento vazio), pois não tem base para nenhum tipo de argumentação.

http://www.vermelho.org.br/noticia/282192-11

Já nessa imagem, logo podemos notar como as escolas contra o movimento são generalizadas com uma educação de manipulação do modo de pensar dos alunos, com um posicionamento ideológico que é indicado pelos professores.

Breno Góes, Maria Fernanda, Michelle Andrade e Rafael S. Rodrigues

Escola sem partido

Atualmente, no Brasil, uma grande questão está em discussão e sendo abordada nas escolas: o projeto de Escola Sem Partido. Este tema é bastante controverso por possuir pontos positivos e negativos em sua concepção, que poderiam afetar a formação de uma geração de jovens brasileiros e intervir na forma com que o ensino é construído hoje. Tudo está sendo discutido através de uma decisão a ser tomada pelo governo que iria interferir na vida de milhões de jovens e professores brasileiros, alterando completamente o ensino no país. Mas o que seria esse projeto e quais seus objetivos?

Antes de tudo, é melhor esclarecer o que seria uma escola sem partido e suas diferenças: uma escola sem partido seria o tipo de escola em que os professores não têm a liberdade de ensinar o conteúdo marcando as suas opiniões político-ideológicas sobre os assuntos abordados em sala de aula.  Hoje os professores podem se posicionar em relação a diversos temas com o objetivo de contribuir com a formação política do aluno, mas, com esse projeto, não poderiam dizer o que pensam ou mostrar suas opiniões. Além disso, os professores teriam o dever de seguir seis novas regras, segundo o site www.programaescolasempartido.org:

DEVERES DO PROFESSOR
(escola sem partido)

  1. “O professor não se aproveitará da audiência cativa dos alunos para promover seus interesses, opiniões, concepções ou preferências ideológicas, religiosas, morais, políticas e partidárias. ”
  2. “O professor não favorecerá nem prejudicará os alunos em razão de suas convicções políticas, ideológicas, morais ou religiosas, ou da falta delas. ”
  3. “O professor não fará propaganda político-partidária em sala de aula nem incitará seus alunos a participar de manifestações, atos políticos, atos públicos e passeatas.”
  4. “Ao tratar de questões políticas, socioculturais e econômicas, o professor apresentará aos alunos, de forma justa – isto é, com a mesma profundidade e seriedade -, as principais versões, teorias, opiniões e perspectivas concorrentes a respeito”.
  5. “O professor respeitará o direito dos pais a que seus filhos recebam a educação moral que esteja de acordo com suas próprias convicções.”
  6. “O professor não permitirá que os direitos assegurados nos itens anteriores sejam violados pela ação de terceiros, dentro da sala de aula.” 

Todavia, aos jovens em escolas “padrão” são, muitas vezes, ensinados o que pensar, e não como pensar, e acabam tendo suas ideologias baseadas em uma única opinião, a do professor. Ou seja, são vários os casos em que as influências externas acabam interferindo nos pensamentos dos alunos. Com atitudes como esta, pode ser construída uma sociedade com pensamento unitário, que acaba privilegiando apenas uma parcela da sociedade - seja de esquerda ou de direta, capitalista ou socialista.

O lado negativo da Escola Sem Partido é que os alunos, consequentemente, não teriam muita liberdade na hora de argumentar sua opinião, sem a possibilidade de opinar com suas crenças políticas e ideológicas para discutir ou debater algo em sala de aula, pois isso teria que ser regulado pelo professor, que em nada poderia interferir. Sem falar de que os alunos poderiam estar sem argumentos válidos ou, se tivessem, poderiam ser muito superficiais. Ao fazer críticas em sala de aula para abrir caminhos diferentes de pensamentos ou da forma de ver nossa sociedade hoje em dia, o professor seria impedido, e o aluno estaria sem base para tentar argumentar algo ou formar sua opinião.

Neste contexto, o dever dos professores seria transferir conhecimento, ampliar a visão do aluno e ajudá-lo para que, no futuro, seja um bom cidadão. Como fazer isso sem mostrar ideias diferentes, pensamentos diferentes, posicionamentos diferentes, como lutar por uma educação de qualidade sem deixar que o aluno perceba diferentes visões ou críticas em relação ao mundo em que vive? Se o professor quiser falar contra algum tipo de preconceito, ou incentivar os alunos a fazerem manifestações para defenderem seus direitos, por exemplo, não iria poder ou teria vários limites, pois influenciaria na forma de pensar dos estudantes. Como se pode melhorar o mundo sem saber o que realmente precisa mudar?

O movimento causa uma grande polêmica, por causa das questões citadas anteriormente. Os pontos “negativos” e “positivos” geram discussões e debates, com temas como os seguintes: até que ponto existem ou deveriam existir os direitos e deveres dos professores; como os pais podem ou devem interferir na educação do filho; projetos de leis em relação a educação brasileira etc.

Quem apoia o movimento defende que a liberdade de expressão do professor em sala de aula não deve existir para não lhe dar a liberdade também de obrigar seus alunos a ouvi-lo falar, opinar e impor seu posicionamento na sala de aula, seja político, ideológico ou partidário. Enquanto isso, críticos ao projeto debatem se realmente é possível ensinar com neutralidade, pois dizem que o movimento tenta controlar o que se deve ou não ser dito em sala de aula. Quem é contra defende que o professor deveria mostrar sua visão, desde que não esteja impondo sua opinião aos alunos, e que o movimento confunde as pessoas nessa questão, quando, na verdade, estão tentando reduzir o papel do educador, achando que os alunos não têm autonomia e capacidade intelectual para avaliar os posicionamentos das pessoas a seu redor.

E então? Já possui uma opinião formada, caro leitor, em relação ao tema? Foram apresentadas várias informações sobre o assunto, que possibilitam alguém a se posicionar; afinal, ter sua opinião é muito importante, principalmente sobre um tema que está sendo tão debatido e discutido por educadores, profissionais, estudantes e representantes políticos como este. Se quiser, leia reportagens e procure por páginas em redes sociais, blogs ou sites que discutem o tema (mas procure analisá-los com cuidado, para não deixar ser levado fácil pela opinião dos autores), para, assim, ter um aprofundamento maior. É importante lembrar que esse texto foi construído por estudantes depois de tantas pesquisas e estudos, cada um com sua opinião. E agora, está decidido? Você é contra ou a favor do projeto Escola sem Partido? Aqui estão duas charges de posições diferentes em relação ao projeto e suas críticas:

http://educacao.uol.com.br/bancoderedacoes/propostas/escola-no-brasil-com-partido-ou-sem-partido.htm

Na imagem acima, podemos perceber uma representação crítica de uma sala de aula em uma escola sem partido, onde a venda na boca do professor e as caixas sobre as cabeças dos alunos mostram como nesse sistema é limitado o poder dos professores de expressar seus posicionamentos e opiniões, deixando também os alunos sem base para pensar ou ter sua própria opinião formada. Eles usam caixas para não ouvirem a opinião do professor, mas o aluno que tira a caixa de sua cabeça apresenta dificuldade para pensar ou raciocinar (representada pelo balão de pensamento vazio), pois não tem base para nenhum tipo de argumentação.

http://www.vermelho.org.br/noticia/282192-11

Já nessa imagem, logo podemos notar como as escolas contra o movimento são generalizadas com uma educação de manipulação do modo de pensar dos alunos, com um posicionamento ideológico que é indicado pelos professores.

Breno Góes, Maria Fernanda, Michelle Andrade e Rafael S. Rodrigues

domingo, 23 de outubro de 2016

Águas Poluídas

A poluição dos oceanos hoje em dia é um grande problema global. Muitas vezes essa poluição é causada por ações do homem, e são prejudiciais para o sistema ecológico marinho e para nós, humanos. Nos mares e oceanos, existem milhões de espécies que irão deixar de existir, caso essa poluição continue. Bactérias irão se proliferar e assim poderão surgir novas doenças extremamente agressivas. 

A água é o que mais existe em nosso planeta. 71% da superfície da Terra é coberta de água. Mas, talvez por sempre querermos estar no topo, nós quase não ligamos para a realidade da poluição de nossos oceanos. Toda vez que um navio afunda, aproximadamente 20 toneladas de óleo são jogadas no mar. Os plásticos, que duram 100 anos para se decompor na natureza, flutuam na maré e são confundidos com águas-vivas pelas tartarugas, que se sufocam ao comê-los. Isso sem falar das diversas ilhas de lixo presentes, como a grande ilha do Pacífico. Governos e ONGs de alguns países tentam criar projetos e iniciativas para parar com a poluição para a proteção da vida marinha, mas são muito poucos. O que nós precisamos agora é da cooperação de todo o mundo para fazer coisas básicas, como reciclar plásticos, tentar meios de energia alternativos, não deixar lixo na praia, jogar o lixo em locais destinados a isso etc.

A fossa das Marianas, localizada no Oceânico Pacífico, é considerada o ponto mais profundo dos oceanos da Terra, e é casa de diversas espécies estranhas e desconhecidas pelo homem. De todas as coisas que existem lá em baixo, há uma que nós, seres humanos, conhecemos muito bem: o lixo.

A concentração de resíduo tóxicos na Fossa das Marianas supera até a das áreas costeiras mais poluídas da China, como foi descoberto em junho graças a um estudo do oceanógrafo Alan Jamieson, pesquisador da Universidade de Aberdeen, na Inglaterra. Durante um mês o estudioso mandou em torno de 92 sondas até a profundidade de 10.6 quilômetros com intenção de explorar o ecossistema desse local que fica entre o Japão e as Filipinas.

Como o acesso à fossa é complicado, os cientistas também aproveitaram para pesquisar um pouco a flora. Eles encontraram poluentes em crustáceos coletados nas profundezas da fossa.  É um fator preocupante, porque o fato de os poluentes terem chegado até o ecossistema mais isolado do planeta indica que o lixo está em toda parte.
Eliza Rezende, Lucas Paranhos, 
Mariana Perrone e Bernardo Oliveira.

Estética



Homens e mulheres são alvos da cobrança pela aparência ideal. Mas o que seria “ideal”? O conceito de bonito é imposto pela mídia que determina como as pessoas devem se vestir, ser fisicamente, se comportar etc. Mas isso cria uma grande insatisfação, principalmente entre as mulheres, que nunca estão satisfeitas com sua aparência, causando conflitos psicológicos.

O que é beleza para você?

Muitas pessoas acham que são bonitas apenas quando seguem os padrões sociais de beleza. A palavra beleza significa “o que é belo”, usado para descrever pessoas ou coisas bonitas. Porém elas tendem a achar que só são bonitos aqueles com cabelos lisos e loiros, magros, com olhos azuis.

Padrões de beleza:

Para as mulheres: hoje em dia, o que conta é um corpo "saudável", ou seja, um corpo com barriga reta e uma glúteo  grande, além de vestes bonitas e elegantes e joias e brincos. Esse é um corpo difícil de conseguir, por isso muitas mulheres fazem intervenções cirúrgicas para entrar no “padrão”.

Para os homens: no século XX, os padrões de beleza inspirados em artistas retornaram, mais ou menos na década de 90. Todos os homens queriam se parecer com modelos, artistas, esportistas famosos da época. Por isso, o excesso de atividades para ganho de músculo, o dinheiro gasto em cortes de cabelo e outras excentricidades.

A “ditadura” da beleza pode causar sérios problemas em relação ao psicológico das pessoas, principalmente quando são pessoas que estão fora dos padrões ideais, definidos pela sociedade. Esses problemas podem variar entre depressão, timidez, anorexia, bulimia, insônia e baixa autoestima e confiança, entre outros.

A beleza não é algo que possa ser imposto, pois depende do gosto pessoal de cada um. Quando nós entendermos que todos somos bonitos, seremos mais felizes, e não precisaremos seguir essa “ditadura” da beleza.

Mídia

A sociedade atual se baseia na mídia para definir padrões estéticos. Assim, a maior parte da população mundial estabelece padrões baseados no que esta diz e mostra, que são sempre exemplos da “beleza ideal” – por exemplo: as bonecas são magras, loiras e de cabelo liso e pele branca. Ao serem determinados esses padrões, a sociedade vê aqueles que não estão exatamente iguais ao que é visto na TV ou na internet como uma espécie diferente ou como algum animal repugnante. Isso também faz com que os que são julgados se martirizem por achar que são feios. Assim, eles tentam as cirurgias e processos químicos que, a longo prazo, podem causar danos ao corpo. Essa atitude de julgar o outro por ser diferente é extremamente grosseira e pode levar ao afastamento de amigos, perda de chances de emprego, depressão ou até suicídio. Ninguém deveria ser julgado por causa de um padrão bobo, afinal somos todos diferentes e devemos respeitar essas diferenças para termos um mundo melhor. 

Um padrão de beleza não existe, todos são belos a sua maneira, física ou psicologicamente. É claro que todos têm o direito de formar uma opinião sobre a beleza ou feiura de alguém, mas não se deve deixar essa opinião vir a tona na forma de uma possível exclusão. Afinal nós somos todos seres humanos, mas com algumas características diferentes e devemos sempre respeitar essas singularidades.

Eliza Rezende, Lucas Paranhos, 
Mariana Perrone e Bernardo Oliveira.

segunda-feira, 17 de outubro de 2016

Coringa!!!!

Atualmente, no mundo dos Super Heróis, dois grandes potenciam se dividem para conquistar os aplausos e os gritos de “uau” entre os fãs. Estamos falando de Marvel e a famigerada DC Comics. Um dos heróis mais famosos, se não o maior, desse universo é o Batman, o Cavaleiro das Trevas, “que realmente manja dos paranauê”. Um dos seus principais vilões desse inenarrável herói é o Joker ou Coringa. O Coringa originalmente foi criado por Jerry Robinson, Bill Finger e Bob Kane e apareceu pela primeira vez em Batman #1 (Abril de 1940).

Os papais do Coringa informaram que, originalmente ele foi criado como um palhaço, brincalhão, infantil e travesso. Seu primeiro look contava com um terno roxo, um cinto de utilidades e um chapéu de praieiro. Ele não tinha nada de psicótico e, também, não era o principal vilão do Batman. Só mais tarde, em 1954, o Coringa começou a ganhar a devida fama. Neste mês (agosto) o palhaço travesso completa 76 aninhos. Prepare o sorriso e faça seu pedido, você merece! Nesse texto iremos apresentar teorias e curiosidades do nosso palhaço favorito.

Aperte os cintos e saia do circo, porque esse texto será uma viagem.

Existem diversas superstições de como o Coringa foi criado. Lembrando que ele surgiu no universo DC, de maneira diferente de como a figura Coringa se originou.

Uma das teorias mais famosas do surgimento do Coringa é de que ele tenha,acidentalmente, caído em um tanque com substâncias radioativas. Esse composto o alterou fisicamente. Vendo isso, ele enlouqueceu.

Outra teoria que surgiu ao longo dos aninhos é de que seu pai era envolvido com drogas, isso o levou a matar sua mulher, a mãe do Coringa. Após este fato, seu pai o perguntou por que estava tão serio, e então passou uma navalha na sua boca. Fazendo com que sempre sorrisse.

Todas essas coisas são só teorias, porém vamos aos fatos. O Coringa, após a brilhante atuação de Heath Leadger, que interpretou o vilão nas telinhas da sétima arte, no filme Batman o Cavaleiro das Trevas, foi considerado o maior vilão de todos. Eu disse: DE TODOS OS VILÕES JÁ EXISTENTES. O ponto que queremos chegar é de que o crescimento do Coringa nos cinemas está ligado diretamente às pessoas que o interpretaram. Agora no quadrinho, os leitores, podem ter acesso à evolução do personagem desde os primórdios.

O filme Esquadrão Suicida, que foi lançado em agosto, faz referência direta ao nascimento do Coringa. Será que é coincidência o filme ser lançado no mesmo mês que o Coringa foi planejado? Talvez sim, talvez não.

Outro ponto a ser discutido é a atuação de Jered Letoo. Nesse filme, ele interpreta o Coringa que na verdade, no contexto do filme, é desnecessário para o enredo. Voltando para a atuação, podemos concluir que o personagem foi interpretado muito mal pelo ator, talvez pelo fato de que o Coringa não tinha um texto muito bom (falas previsíveis) ou pode ser incompetência do autor.


Concluímos que a homenagem prestada ao Coringa em relação ao filme é algo fenomenal, como uma cena em que o Coringa está dançando com a Arlequina, com um terno preto e com uma flor, homenagem direta a um dos quadrinhos mais famosos do universo DC. Mesmo tendo a opinião de que aparição do personagem é desnecessária.


É impossível falar do Coringa sem falar da sua “Mulher” barra seguidora. A história é a seguinte: quando o Batman prendeu o Coringa no asilo Arkham, ele recebeu ajuda psiquiátrica. Uma das principais psiquiatras foi à doutora Harley Quinn. O Coringa como todos sabemos tem muita lábia e acabou fazendo com a pobre doutora se apaixonasse pelo bad boy dando em sua fuga. O Coringa a fez enlouquecer, virando assim a Arlequina.

Isso tudo nos lembra de uma música. Trecho: ”Malandramente, a menina inocente se envolveu com a gente só pra poder curtir...”.

E assim finalizamos nosso post. Happy Birthday Coringa.

Por: Igor Mello, Alex Amaral, Enzo Rocha, Luca Laytynher. 

Aplicativos úteis para o nosso dia a dia

Oi, gente, como vai aí atrás da telinha?

Hoje viemos falar sobre os aplicativos, aqueles que salvam e já salvaram nossas vidas de alguma forma. Já sabemos que a tecnologia vem evoluindo cada vez mais, sempre com o intuito de facilitar o dia a dia do ser humano. Um exemplo disso são os nossos celulares por meio dos quais podemos realizar ligações, mandar mensagens, organizar a agenda, etc. Sabemos que não conseguimos viver sem eles.

Todos os aparelhos eletrônicos possuem aplicativos que irão realizar diferentes funções, que vão facilitar o nosso dia, seja um jogo para retirar o estresse ou para somente passar o tempo até um app (abreviação para aplicativos) para pedir comida ou transporte. Por isso, nesse post, iremos citar alguns aplicativos que consideramos no nosso cotidiano:

1-   WhatsApp: Este é um aplicativo que já possui cerca de 1 bilhão de usuários, cujo objetivo é mandar mensagens e realizar ligações instantânea e gratuitamente, porém, este só irá funcionar se o aparelho estiver com internet. Por ser muito comum para todos, é muitas vezes confundido como um app que já está obtido no celular quando comprado.



2-  Netflix: É uma rede onde é possível ver filmes e séries (antigas e atuais), tanto internacionais quanto nacionais. Para poder acessá-la, é necessário ter uma conta que deve ser paga mensalmente. A Netflix foi lançada em 1997 como um serviço de entrega de DVDs através dos correios nos Estados Unidos. O serviço já conta com mais de 81 milhões de usuários em todo o mundo.



3-  iFood: Este aplicativo é utilizado para pedir comida em casa ou até mesmo no trabalho. O aplicativo, a partir do tipo de comida escolhido (italiano, japonês, etc), irá mostrar os restaurantes mais próximos e a comida, assim, chegará mais rapidamente.

IOS 


4-  Instagram: O Instagram é uma rede social online, onde todos os usuários podem compartilhar vídeos e fotos, onde seus amigos (os seus seguidores) podem ver, curtir e comentar. Além disso, é possível editar as fotos com filtros diferentes. O Instagram surgiu em 2010 e atualmente possui mais de 500 milhões de usuários.



5-  Waze: É um aplicativo para smartphones ou outros dispositivos móveis, que se baseia na navegação por satélite (como o GPS), fornecendo informações imediatamente sobre rotas mais rápidas para chegar ao seu destino, sobre trechos onde há trânsito e onde há blitz. Este funciona como uma comunidade pois, são os próprios usuários que vão reportar o que está acontecendo nas ruas da sua cidade. O Waze foi fundado em 2008 e tem atualmente mais de 500 milhões de usuários.



6- Shazam: Aplicativo utilizado para identificar músicas que estejam tocando no momento. O app irá “escutar” a música se aproveitando do microfone que os smartphones possuem, para gravar uma amostra da música que está tocando. Uma vez feita a relação, entre o pedaço da música gravada e a música original, o usuário irá receber informações como título da canção, artista, álbum e canções relacionadas; posteriormente, o usuário poderá fazer o download da música. O Shazam surgiu em 1999 possui mais de 350 milhões de usuários.



7-   Google Tradutor: É um serviço online de buscas, cujo objetivo é realizar a tradução imediata de textos, palavras e frases em diversos idiomas. Além disso, oferece recursos como pronúncia de áudio, significado e contextualização das palavras e mais.



8-  99 táxis: Quando você quiser ir a algum lugar e não tiver carro, você pode baixar este aplicativo, por meio do qual poderá fazer um pedido de um táxi e os 5 táxis mais próximos irão receber uma notificação e quem chegar primeiro irá levá-lo para o seu destino; com isso, você poupará mais tempo e chegará ao seu destino mais rapidamente.



9-   Spotify: Aplicativo por meio do qual você pode baixar diversos tipos de músicas e playlists, sendo estas criadas por você ou não. Se você obtiver o Spotify Premium, você pode baixar qualquer música sem utilizar a internet, mas é necessário pagar um valor mensal para isso.



Redatoras: Maria Amélia Barros e Thaila Vieira
Revisor: Maria Luiza Aragão
Ilustrador: Lara Doria
Pesquisadora: Clara Sangalo







Memes

Primeiro de tudo: sabíamos que a sua reação quando visse esse post seria quase isso. Então... É, nós só queríamos fazer essa piada mesmo.


Sinceramente, nós achamos muito difícil você não saber o que é um meme em pleno século 21, mas caso você tenha mais de 60 anos de idade ou tenha saído de um tanque de hibernação criogênica recentemente, aqui vai: Memes são qualquer tipo de imagem, GIF, vídeo, tweet, comentário, etc. que tenham viralizado por ser muito engraçado e se encaixar em situações cotidianas, tornando-as bem mais cômicas. Essa parte tem uma chance de você não entender mesmo sendo jovem e manjando dos memes.

Os tipos de memes são:


Memes de imagem


Memes de imagem (obviamente) são memes que têm como base uma imagem (oh... não me diga) e geralmente têm legendas, uma em cima e outra embaixo, mas em relação à imagem em si, tudo pode ser transformado em um meme, seja uma frase de duplo sentido (° ͜ʖ ͡°) ou um erro de perspectiva.



Memes em GIF:

Os GIFS são simplesmente uma plataforma muito leve para memes em vídeo, mas sinceramente, estamos falando mais de tipos de arquivos do que de memes mesmo... Olha, os memes não necessariamente precisam ser divididos em tipos de arquivos, como vídeo, GIF ou imagem, sabe...? Vamos  fazer essa divisão no estilo brasileiro ou, como diria os amantes de memes, HU3 HU3 BR.


A internet está repleta de memes sobre praticamente tudo, e o Acre é simplesmente um dos grandes alvos disso. A zueira se resume em dizer que o Acre não existe ou é um mundo mágico repleto de dinossauros, jumentos turbinados, unicórnios e é uma espécie de Área 51 Brasileira.



Além disso, existem memes de whatsapp...


Eles são muito bons por sinal!


Memes de frases ou legendas...

 


Memes de Gráficos (sim, isso existe)


E, FINALMENTE, OS MITOS DOS MITOS DOS MEMES DE TODO O UNIVERSO:
OS MEMES BRASILEIROS!!!


Você pode até não saber, mas o Brasil tem a fama MUNDIAL de ser o rei da zueira de todo o universo! Deve ser por isso que nós nascemos brasileiros... E isso é reconhecido pelos outros países, não só pelos BR’s.

Em novembro de 2015, no Twitter, o famoso host de tretas, foi onde ocorreu o que foi chamado da “PRIMEIRA GUERRA MEMEAL”. E como diria Fluffy, do TretaNews, foi um verdadeiro furdúncio! Vamos explicar. Tudo começou quando uma conta portuguesa, chamada In Portugal We Don’t, começou a ganhar popularidade postando frases cômicas da língua portuguesa BRASILEIRA. Acontece que memes do tipo já tinham feito sucesso no Brasil antes mesmo da conta ser criada, então os brasileiros não deixaram barato e simplesmente declararam guerra contra Portugal pelo roubo dos seus memes, algo que estava acontecendo há muito tempo. Eles podem ter roubado nosso ouro, nos colonizado, e nos feito de trouxas… MAS ELES NUNCA VÃO ROUBAR NOSSOS MEMES! O resultado foi um arsenal de memes brasileiros em campo de batalha que você pode conferir a seguir:


 

 

Até mesmo o Netflix PT e o Netflix BR entraram na briga!



Acho que já sabemos quem ganhou essa Guerra, não foi? O Brasil simplesmente MASSACROU os portugueses até o perfil que começou essa briga admitir a derrota:


E até os portugueses concordaram que o Brasil foi vitorioso:


E eh por essas e outras que o Brasil é considerado o REI DOS MEMES por todo o resto do mundo… Porque ninguém é como os brasileiros, OS HU3 HU3 BR!


Rafael Póvoas, Diana, Maria Joana e Liz

               

terça-feira, 4 de outubro de 2016

O risco da DeepWeb


Antes de começar a realmente ler este texto, é necessário que você saiba que o nosso conhecimento em relação à Deep Web está estritamente baseado na camada da Internet, que você utiliza normalmente, com a ajuda dos mecanismos de buscas comuns, como o BING e o Google.

A DeepWeb consiste em diversas camadas que não podem ser acessadas facilmente. Segundo o especialista Mark Bergman, a internet pode ser dividida em seis camadas. A superfície é onde podemos encontrar informações consideradas dentro da lei, com o auxílio dos navegadores convencionais e mais utilizados pela população mundial.


Na imagem acima, é possível perceber um iceberg que tem a sua maior parte escondida dentro d'água, e é nessa "água" que Mark Bergman afirma que se esconde a maior parte dos sites e programas considerados ilegais e politicamente incorretos, e que só podem ser acessados através de um programa chamado TOR.

Englobando a Deep Web, foi possível identificar diferentes camadas, em um total de seis. Quanto mais profundas, mais difíceis de serem acessadas, porque as camadas da Deep Web estão infectadas com diversos softwares de vírus, e o seu número vai crescendo de acordo com a sua “profundidade”. Vale lembrar também que os crakers utilizam com frequência páginas criptografadas, o que pode dificultar, em grande escala, a legibilidade de uma página na Web. Esse método é utilizado para páginas na Deep Web que trazem um conteúdo ilícito ou que possam comprometer de forma judicial o autor da folha presente na camada profunda do iceberg.

*Criptografia: é uma modificação dos códigos criptográficos de um texto para os que não tem conhecimento destes não consigam interpretar.

Em 2004, na Universidade da Califórnia, em Berkley, foram feitas estimativas de que a Deep Web possui mais de 7.500 terabytes, onde 300 mil sites seriam encontrados, além de mostrar que 70% a 75% das páginas em toda a Internet estão na Deep Web, totalizando um trilhão de páginas, dos mais variados conteúdos.

Um relatório do site da empresa especializada em segurança, Trend Micro, mostrou que 25% das procuras na Internet não indexada (Deep Web) estão relacionadas a exploração sexual infantil ou pedofilia. Além disso, nessas camadas há pessoas que promovem assassinos qualificados a um preço de R$700.00. Drogas como maconha e cocaína são traficadas na Deep Web. E há também as sintéticas, como a metafetamina, o esctasy e o Xnax. Foi publicado que nessas camadas é possível conseguir até uma cidadania americana pelo preço de R$23.000.

Além desses fatores, existem boatos de que na Deep Web são feitas experiências politicamente incorretas com pessoas de baixa renda e que passam por miséria. Como implantação de órgãos de outros animais em seres humanos, como rabos de cavalo no reto humano. Além da pública centopeia humana, um experimento feito com mendigos para uma vida de literal convivência mútua. Existem filmes que mostram esse tipo de experiência, considerada abominável. (abaixo o trailer do filme)



Policiais dos Estados Unidos da América descobriram na Deep Web um site que vendia diversa drogas ilícitas em escala mundial. Os PF americanos prenderam o líder do site Silk Road, Ross Ulbricht, que foram condenados à prisão perpétua.


Mesmo com os nossos conhecimentos baseados apenas na Surface Web, é importante ressaltar como nós devemos tomar cuidado com esses sites ilegais e que nós achamos estar distantes. Porém, não estão tão distantes assim, porque o mundo virtual é infinito e todo cuidado é pouco.

Diana Simões, Liz Oceano, 
Maria Joana Valiatti e Rafael Povoas.

segunda-feira, 3 de outubro de 2016

Vegetarianismo: Mito ou verdade?

Você já deve saber quem são os vegetarianos. Mas, o que você pode não saber é que nem tudo que é dito é verdade. Hippies, radicais, esquisitos, gênios, naturebas... são diversas as formas de caracterizar os vegetarianos e seus hábitos alimentares. Sempre há um boato que desperta a curiosidade de muitos: é verdade ou mentira? Sendo vegetariano ou não, concordando ou não, é interessante descobrir o que é verdadeiro em relação a eles. Neste post, descubra alguns mitos e verdades do vegetarianismo:

Imagem ilustrativa de apoio ao vegetarianismo (amigos, não comida)


OBS: este é um post imparcial, não é a favor e nem contra o vegetarianismo. Apenas esclarecemos mitos e verdades em relação ao tema.


Ser vegetariano ajuda a emagrecer?

Existem diversos motivos que levam alguém a ser vegetariano, mas emagrecer não deve ser um deles. Afinal, se analisarmos bem, iremos perceber que os vegetarianos podem ingerir doces e gorduras, já que, grande parte deles é de origem vegetal. Então, se você pretende ser vegetariano para emagrecer, reveja este conceito, pois os principais motivos para alguém “se converter” ao vegetarianismo são  os  seguintes : evitar maus tratos de animais, cuidar da saúde, preservar o meio ambiente (redução de atividades pecuárias), reduzir a fome no mundo etc. Se o seu objetivo é emagrecer, procure um nutricionista para ter uma dieta adequada para você.


Eles são radicais?

Existem vegetarianos radicais, mas essas duas características não estão interligadas. Os considerados “vegetarianos radicais” são os veganos – que apenas comem alimentos de origem vegetal, nem carnes ou derivados de animais. Ou seja, eles não podem ingerir leite, ovos etc., o que torna a opção alimentar mais restrita.


Vegetarianos ficam com muita falta de proteínas ou de ferro?

Podemos afirmar que na dieta vegetariana há, sim, um risco maior de falta de proteínas, sendo de origem animal, nutrientes importantes para manter os ossos, músculos, pele e órgãos saudáveis. Assim como as proteínas, a melhor fonte do ferro é de origem animal. O nutriente é essencial para a vida, atuando principalmente no transporte de oxigênio para as células de todo o corpo e produção das células vermelhas do sangue. 

Porém, apesar de em menor quantidade, podemos encontrar esse nutrientes em ovos, leites e derivados, alimentos aceitos e bem vistos pelos ovolacto-vegetarianos– no caso das proteínas. Já os ferros, além da origem animal, podem ser obtidos por alimentos de origem vegetal, em menor, porém satisfatória, quantidade, como em feijões, lentilha, entre outras leguminosas.

Esperamos que o post tenha sido interessante ou útil ao leitor. É sempre bom olharmos atrás das máscaras, dos boatos, para descobrir o que é falso ou inventado pelas pessoas. Trouxemos três tópicos que, assim, foram desmascarados. Nós trouxemos os principais, mas podemos também citar afirmações como “os vegetarianos são mais inteligentes” ou “isso é coisa de hippie, são muito naturebas” e etc. Se não tem certeza do que é verdadeiro ou não, pesquise, peça ajuda a um profissional, estude, sempre procurando saber: é mito ou verdade?

Breno Góes, Maria Fernanda Reis, 
Michelle Andrade e Rafael S. Rodrigues.